sábado, setembro 08, 2007

Estoicismo


A physician is not angry at the intemperance of a mad patient, nor does he take it ill to be railed at by a man in fever. Just so should a wise man treat all mankind, as a physician does his patient, and look upon them only as sick and extravagant.

-- Lucius Annaeus Seneca

quinta-feira, setembro 06, 2007

RIP


Quando o disco de um computador morre e quando se torna evidente que a nossa disciplina de backups é sub-óptima há um sentimento que nos invade: desespero!

Desespero de pensar em todo os meses de trabalho perdido, em tudo o que é necessário fazer de novo, em voltar a trilhar o mesmo caminho...

Porque é que não fiz backups ontem??

quarta-feira, setembro 05, 2007

segunda-feira, setembro 03, 2007

sábado, setembro 01, 2007

Rentrée


Este post marca o meu regresso à escrita neste blog e a minha recusa em comentar os assuntos da silly season que espero que acabe depressa.

Não há paciência para Eufémias Verduscas nem para disparates sobre Organismos Geneticamente Modificados. Nunca vi tanta gente que reclama ser especialista sobre o assunto dizer tanto disparate sobre a matéria.. e disparates vindos dos dois lados da discussão.

Li um post dizendo que a Penicilina é um fungo, outro dizendo que o genoma humano era o maior genoma conhecido. Enfim, observações que, para além de serem manifestamente falsas, são totalmente irrelevantes para a discussão.

Ninguém referiu que, apesar de não se poder garantir que os organismos transgénicos não sejam totalmente inócuos, se sabe que vários organismos usados na alimentação humana actualmente podem ser prejudiciais e muitos produzem substâncias letais, embora em muito pequena quantidade. Por exemplo, uma parte significativa da população é alérgica ao milho e a outras gramíneas e a batata quando cortada começa a produzir cianeto. Nunca ninguém sugeriu que a plantação de milho ou batata devesse ser abandonada.

Nesta discussão é importante ter a sobriedade de saber fazer análises de risco/benefício face à informação disponível. Muitos dos argumentos, no entanto, parecem-me ser o resultado de concepções essencialistas e de um desejo de transformar a sociedade moderna numa sociedade de silvícolas.